Mulher afirma ter realizado “trabalho espiritual” para detento; caso ganhou destaque nas redes sociais
Um caso registrado em frente à Penitenciária Masculina de Tubarão tem gerado grande repercussão nas redes sociais nos últimos dias. A situação envolve a realização de um ritual religioso por uma mulher que afirma ter sido contratada por um detento da unidade.
A autora das publicações, identificada como Beatriz D'Oyá Nike, aparece vestida de preto caminhando às margens da rodovia com uma ave nas mãos.
Durante os registros divulgados, ela declara estar realizando um “trabalho espiritual” com o objetivo de obter a liberdade de um cliente que está preso no local.
Em um dos trechos, a mulher invoca a entidade Exu Destranca-Rua e pede que o detento deixe o presídio. Em outro momento, afirma desejar que ele percorra o mesmo caminho em liberdade nos próximos dias.
As imagens também mostram a realização de um ritual com sacralização de uma ave, além do uso de velas e outros elementos. Segundo a autora, não houve descarte de resíduos no local após a prática.
Nas redes sociais, Beatriz se apresenta como praticante de religião de matriz africana e divulga serviços espirituais, incluindo atendimentos com cartas. Em outra publicação, ela anuncia um serviço chamado “Abertura de Caminhos”, que inclui ritual com sacralização de ave, pelo valor de R$ 177, descrito como “axé coletivo”.
O caso gerou debate entre internautas e repercutiu em todo o estado. Até o momento, não há informações confirmadas sobre a identidade do detento citado nem sobre eventual impacto do ritual no processo judicial mencionado.
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