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SEGURANÇA

Golpe de pagamento com aproximação de celular prejudica comerciantes em SC

Polícia investiga suspeita em Joinville. Criminosos aplicaram golpe, conhecido como "Fake NFC", em lojas de conveniência, segundo apuração.

Joinville - SC, 11/05/2022 11h47 | Por: Redação | Fonte: g1sc

A Polícia Civil de Joinville, no Norte do estado, investiga um golpe envolvendo o pagamento com aproximação de celular que prejudicou comerciantes. Os criminosos usam um aplicativo que simula um cartão de crédito, mas consegue burlar as maquininhas e o lojistas fica sem receber. Dois homens são investigados por estelionato.

Na terça-feira (10), a polícia cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Joinville para trazer mais elementos para a investigação do golpe, conhecido como "Fake NFC". As apreensões foram feitas na zona Leste da cidade, na casa dos dois homens investigados por estelionato. Eles têm 29 e 26 anos, conforme a polícia.

Foram apreendidos um notebook, 17 máquinas de cartão, três bobinhas, um computador de mesa, cartões bancários e cinco celulares. "Neste momento, nós vamos nos desdobrar no sentido de compreender o conteúdo e a utilização dessas maquininhas que foram apreendidas", afirmou a delegada Geórgia Bastos, responsável pela investigação.

Segundo a Polícia Civil, os criminosos aplicavam golpes em lojas de conveniência. Eles realizavam o pagamento de compras com o celular como se tivessem pagando com o cartão por aproximação.

A investigação chegou aos criminosos após o dono de uma loja de conveniência entrar em contato com os policiais. "A partir dele, a gente identificou que houve o golpe em três outras conveniências. Investigamos, chegamos a dois suspeitos. Um deles já aplicou golpe semelhante em Balneário Camboriú [no Litoral Norte], chegou a ser preso. Tentou praticar um golpe no valor de quase R$ 60 mil", falou a delegada.

O trabalho da polícia continua. "Nós representamos pelo mandado de busca no sentido de colher mais elementos de provas para poder reforçar as investigações e também identificar outros participantes"", finalizou Bastos.

Ambos os suspeitos respondem em liberdade. Um deles chegou a ser encaminhado à Central de Polícia de Joinville por posse de anabolizantes importados e sem registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e prescrição médica, mas foi liberado depois.

Informe Sul

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