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SEGURANÇA

Polícia Militar e Guarda Municipal de Capivari de Baixo se fazem presentes em manifestação contra nazismo e racismo no Município.

Em razão da importância do tema, a Polícia Militar de Capivari de Baixo traz algumas informações acerca dos crimes e atos infracionais análogos envolvendo as condutas de racismo, injúria racial e apologia ao nazismo.

Capivari de Baixo - SC, 30/04/2022 09h27 | Atualizada em 30/04/2022 10h29 | Por: Redação | Fonte: capivaridebaixo.sc.gov.br

No dia de ontem (sexta), 29 de abril, devido à grande comoção social gerada nos últimos dias na cidade de Capivari de Baixo, oriunda de atos de apologia ao nazismo e de natureza racista envolvendo alunos na Escola de Educação Básica Doutor Otto Feuerschuette, houve uma manifestação pacífica organizada por alunos e professores, que contou com a escolta e apoio da Polícia Militar e da Guarda Municipal.

Em razão da importância do tema, a Polícia Militar de Capivari de Baixo traz algumas informações acerca dos crimes e atos infracionais análogos envolvendo as condutas de racismo, injúria racial e apologia ao nazismo.

O FATO

Um aluno da Escola de Educação Básica Dr. Otto Feuerschuette, da rede estadual em Capivari de Baixo, está sendo investigado por apologia ao nazismo, à homofobia e ao racismo. O adolescente tem 16 anos e é o primeiro ano dele na instituição.

De acordo com o assistente de direção Agnaldo Vieira, no início do ano letivo, o aluno já havia apresentado algumas ações deste tipo, foi feito um boletim de ocorrência na época e o caso acabou sendo resolvido internamente. Esta semana, ele voltou a ter as mesmas atitutes, desenhando símbolos nazistas no quadro, provas e também nas suas redes sociais. Na hora do recreio, ele também teve atitudes racistas. “Os demais alunos ficaram revoltados e queriam resolver o assunto com violência, mas a escola conseguiu conter todos”, explica.

Agnaldo diz que foi feito novamente um BO, acionado o Conselho Tutelar e também o Ministério Público. A família do rapaz foi chamada e ficou surpresa com as atitudes do adolescente. “Ele é de uma boa família, bem estruturada. Também não se apresentava como um aluno violento. A família optou por deixá-lo em casa alguns dias até que a situação seja resolvida, inclusive, com as decisões judiciais que possam ser tomadas”, pontua.

Profissionais do Conselho Tutelar foram até a escola para obter mais informações sobre o caso. “Nunca aconteceu nada parecido em nossa escola. Estamos bastante preocupados, pois apologia ao nazismo, racismo e homofobia são crimes e não podemos admitir de forma alguma”, afirma o assistente de direção.

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