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SEGURANÇA

Crueldade: perícia apontou que Amanda Albach foi amordaçada e agredida antes de morrer

Suspeitos foram presos preventivamente. Corpo de Amanda foi encontrado enterrado em praia no início de dezembro.

Imbituba - SC, 25/01/2022 09h11 | Atualizada em 25/01/2022 09h40 | Por: Redação | Fonte: G1 SC
Amanda Albach foi assassinada e enterrada em Imbituba. Foto: Redes Sociais

O inquérito que investigou as circunstâncias do assassinato de Amanda Albach, de 21 anos, em uma praia de Imbituba, foi concluído pela Polícia Civil com os indiciamentos de três suspeitos por tortura, cárcere privado, homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O trio está preso preventivamente desde sexta-feira (22). A reportagem não conseguiu contato com a defesa do grupo.

Nesta segunda-feira (24), o delegado Bruno Fernandes, que esteve à frente das investigações, deu mais detalhes sobre o caso. "O laudo pericial apontou que Amanda tinha sido amordaçada e que estava com uma fratura do nariz, ou seja, também foi agredida antes de levar um tiro no rosto", disse.

Ainda, segundo o delegado, o suspeito preso foi ouvido novamente e confrontado com o laudo pericial, quando contou detalhes que havia silenciado. "Disse que constrangeu a vítima do período da manhã até a tarde", revelou o delegado.

Conforme Fernandes, o trio manteve Amanda sob a mira de uma arma e ameaças das 11h até as 18h do dia 15 de novembro, para obrigar a vítima a mostrar o celular dela. As informações que eles desejavam ter, ao acessar o celular, não foram reveladas pela polícia.

O corpo de Amanda foi encontrado enterrado na areia da praia na manhã de 3 de dezembro. A jovem, que morava na Região Metropolitana de Curitiba, estava desaparecida há 18 dias. Ela tinha uma filha de 2 anos.

Suspeitos montaram enredo

Conforme o delegado, antes de serem presos os suspeitos já sabiam que eram investigados e teriam montado um enredo convencendo um envolvido a assumir a responsabilidade pelo crime.

"No primeiro momento em que eles foram ouvidos, convenceram um dos envolvidos a passar todos os detalhes. Pela narrativa que foi apresentado até aquele momento, não tinham elementos sólidos para os envolvimentos deles [dos outros dois]", explicou o delegado.

Fernandes afirmou que foi possível verificar a participação de cada suspeito na morte. “São circunstâncias, divergências que, somadas, nos permitem aferir que [todos] tiveram suas participações específicas. Isso, aliado a outras medidas adotadas durante a investigação", disse.

O outro homem apontado pela Polícia Civil por envolvimento no crime, alegou que saiu para trabalhar, o que foi confirmado por um álibi. A investigação, por sua vez, descobriu que era mentira.

Informe Sul

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