De dezembro a começo de fevereiro, 33 pessoas morreram, a maioria eram homens e tinham a idade média de 32 anos.
Nas praias, 15 pessoas morreram afogadas. Apenas duas mulheres morreram afogadas durante a temporada, 31 vítimas eram homens. Foto: Divulgação Santa Catarina registrou, de 18 de dezembro de 2021 a 6 de fevereiro 2022, o maior número de mortes por afogamento em três temporadas de verão. Neste período 33 pessoas morreram, a maioria eram homens e tinham a idade média de 32 anos. Os dados foram divulgados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado na terça-feira (8).
O número de registro nesta temporada supera os dados do mesmo período do verão do passado, de 2020/2021, onde ocorreram 25 óbitos por afogamento.
Contudo o número deste ano ficou bem próximo ao registrado na temporada de 19/20, onde o registro foi de 32 mortes.
Água doce x água salgada
A maior parte das mortes por afogamento, 18 delas, ocorreram em rios, cachoeiras e açudes. Em todas as ocorrências, a área do acidente não tinha a cobertura preventiva do corpo de bombeiros.
Cerca de 13 afogamentos seguidos de morte foram registrados áreas privativas, como piscinas.
Nas praias, 15 pessoas morreram afogadas. Apenas duas mulheres morreram afogadas durante a temporada, 31 vítimas eram homens.
Das 33 mortes, apenas três eram em áreas com postos de guarda-vidas.
Conforme a corporação, os 2.130 guarda-vidas civis voluntários e 80 guarda-vidas militares atuaram em 36 municípios, 169 balneários/estâncias e 442 postos de guarda-vidas.